clandestino

Vontade de te ver, tirar a cisma, tirar o medo, levantar a fantasia. Seduzir. Ficar presa na teia… não sou quem pensas que sou, nem és quem eu já não espero. Tu és o hoje, este agora possível. Faz dois ou três anos que nos encontramos/conhecemos, ao acaso… Eu tenho o jeito clandestino, escondido, sem contexto, tu também és clandestino. Temos medo? Medo. Do desastre? Da proibição. De romper barreiras. Vontade de te ver! Um susto e pronto! Olhar nos olhos, agradecer. Rir um pouco. Beber juntos café, chá, chuva ou whisky sem gelo, um vinho. Cachaça ou água gelada. Dos olhos cansados. Sempre um sorriso, uma ternura perdida. Deve existir o gosto de coisa boa, de audácia. Ah! Teremos que envelhecer mais e mais para nos proteger! Distraída. Claro! Depois de todas as pedras que coloquei em cima da história levanto uma depois da outra. Esforço sonolento, quase desanimada. Em algum lugar do passado eu te amei. Queria pegar tua mão. Queria te roubar do tempo. E te esconder na praia. Queria te descobrir. Esquisito! Consegues alterar/remexer meu humor. Da alegria pra irritação depois pra uma danada melancolia a se arrastar… Elizabeth M.B. Mattos – fevereiro de 2021 – Torres

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