as mesmas

Devagar, sem roteiro, o sentimento vai / foi / volta / igual. Aperto de amor. Esbanjar alegria de sol e de verão… Estupidamente perfeito. Ao mar outra vez: limpo, delicioso! Dos deuses e de todos os prazeres concedidos. Areia, água e onda. Decidi querer o sol. Abusarei do verão. Pequena caminhada e mergulhar, uma, duas, três vezes… Volto a querer. Não desaparece o vírus, a pandemia, veio para ficar. É preciso reagir. Descobrir um bom café, dormir mais, perfumar a casa, acreditar. As mesmas monótonas coisas de sempre a se repetirem, e, assim mesmo, diferentes, únicas e absolutas, agora melhores. E as mesmas.

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