as mesmas coisas

Além das mesmas coisas, outras mesmas coisas… café com pão feito em casa. O sol deste sol continua verão. Verão, tua estação. Eu gosto do inverno, o inverno do passado: lareira, cheiro de nó de pinho, grama e laranja descascadas pelo pai, e ter a mãe bebendo café, fumando, ou lendo, olhando as revistas, sonhando a casa, e sempre música. Casa com música e conversa. Eu viajando no sonho…

Tão bom sentir as coisas pelo teu olhar, teu jeito! Tens o que nunca consegui ter, e assim mesmo, tendo dentro de mim. Ao acaso, és como és…teus sonhos, tão outros! A vida te “agarrou”, e conseguiste/tens este gosto novo. Morro de ciúmes! E saber que poderia ter provado mais, engolido, mastigado… Tão, tão covarde! Sabes o que é hoje? Esquecer tudo que foi ontem! Tudo. O nascente derruba outros amores, não adiante! É verdade. Assim acontece a loucura e o desatino! Um dia, dobrou a esquina e não voltou… Danada pandemia a nos segurar, vês! Ajuizados. O vírus é a sanidade. Elizabeth M.B. Mattos – março de 2021

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