zero importância

Pequeno feito, zero importância, apenas sensação: consegui mover a pedra, ou seja, tenho força, ainda posso, não posso deixar de fazer, tentar, tentar e seguir. As conclusões apertadas: ainda não tenho gavetas arrumadas, papelada catalogada, livros por autores, ou qualquer coisa assim que seja ordem. A rainha de tirar o mundo do lugar, de inverter, e da desordem. Enorme confusão invertida, direto para o cansaço. E as comidas conciliatórias me engordam. Nenhum plano objetivo. Talvez a releitura de velhos, velhos textos acalmem a impertinência deste esvaziamento atual. Ou recomeçar a limpeza, verificar os cheiros. Cavoucar a floreira, amaciar a terra com uma enxada. Ver flores, brinquedos nas nuvens e, esta maravilhosa chuva. A chuva que carrega no vento as tristezas abusivas e lava as janelas. Como eu gosto! Elizabeth M.B. Mattos – março de 2021 – ainda em Torres

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