o caderno gris

“Eu te adoro por tua generosidade, por tua sensibilidade de flor, pela seriedade que pões em todos os teus pensamentos em todas as tuas ações, e até nas volúpias do amor. Todas as tuas ternuras, todas as tuas emoções, e as sofro ao mesmo tempo que tu! Rendamos graças à Providência por nos termos amado, e por nossos corações, assolados de solidão, terem podido ligar – se em uma união tão indissoluvelmente carnal! Não me abandones nunca! E lembremo – nos, eternamente, de que possuímos um no outro o objeto apaixonado de nosso A M O R.” (p.36) Roger Martin du Gard – Os Thibault

” O tempo passa e nos emurchece. E no fundo nada muda. Sempre os mesmos. Nada mudou, a não ser que eu me sinto desanimado e envelhecido.” (p.36)

“Ai! por que não vivemos com toda a força de nossa alma, em vez de raciocinar? Nós pensamos demais!“(p36)

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