lápis de cor

Envelhecer junto, legal. A tribo protege, ser tu contigo, desafio bem bom! Casa limpa! Pois é! Dureza limpar e limpar e limpar, e o tempo terminou. Alguém pra ajudar… ou a roda volta, dinheiro, tão simples, alguém pra ajudar, e, massagem, cabelos cortados, vestido alegre, ócio, e o que mais? Uma xícara de chá, ou de café verdadeiro, moído na hora… Tapete persa, louça inglesa, chinesa e aromas… Não dar atenção, meia volta pra independência, sair, mas tão bom ficar! Acomodar: história de ser dois com apoio…, afinal!? Foco na filha, então, caso certo, aceito, sou feliz. És feliz? Tudo bom e sólido. E tão ao acaso. (Que bom!) Pois é. Vemos o que queremos ver, caleidoscópio mágico. E ser um pode ser pesado, sou dois, que bom, e este jardim… Os cães, a receita: ser eu! Mais fácil… Depois, custa só felicidade acreditar, custa nada. Aeroportos liberados, voar. Agarrada nos lápis de colorir, preencho linhas estremeço, desligo a televisão, compro a poltrona, marco limpeza. Com o amarelo, um pouco de lilás, bastante vermelho e todos os verdes possíveis verdes. Adoro lápis! Cadê o outro? Uaiiii, dureza! Sem óculos até segue…, mas. Sem lentes o olhar pesa leve na rotina caminha justo. Estou muito, muito bem, passei no teste e faço tudo que sempre fiz. Eu acredito. Claro! Conheço cada pinta, cada dobra, cada grito, cada desamor, cada tristeza, e aquela boa alegria: acertei no feijão! Corta as laranjas, já refoguei a couve. Este brinde de imaginação no melhor dos mundos possíveis fica com gosto de água gasosa e rodelas de limão. Uauuuu, Estou feliz! Feliz? um pouco mais ou menos, um pouco bastante ventoso, uma espiada surpresa neste vento no meio do sol. Que outono tão lindo! Pronto! Solução! Pego um avião e vou… Esta droga de ficar me exaspera, este jogo firme de ganhar. Não ganhei. Estou a te esperar, sem ânimo, quieta, espiando as rugas, o cansaço, a vontade de não fazer, o dormir sem sono, caminhar devagar, não voltar. Lápis de cor. Vou comprar aquela caixa de sessenta, e outra caneta Park 51, um pote de tinta. Envelopes e papel de cartas. Aquela ideia. Uma carta cada dia, dois selos, e…Beth Mattos. Elizabeth M. B. Mattos – maio – 2021 – Torres

De tudo que te disse o mais importante é a inspiração do futuro e a expiração do passado. Como um suspiro. O resto é mero retoque teórico de convencimento. Me faria bem admitir que possa fazer o bem. É um mantra – fazer o bem!” JYXZCM

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