2004 2014 2021

Quatro autores conversam, e, se fecham. Em circuitos particulares. Personagens e sentimentos… Outra vez, a estudar. Exigente, embora amolecida pelas horas. Dias fantasiados se sacodem exaustos, insones porque vigilantes. Tudo se alinha, mas tão absurdamente sem sentido! Pobre. Sem sentido nem explicação. Incompreendidas angustias. Sobressaltos autoritários, talvez poderosos. De tal forma poderosos que escravizam em exigências silenciosas. Num repente a relação-união queima como sacrifício, imolação. Difícil acertar na liberdade de ir e vir / avançar ou recuar.

Relações deveriam ser oxigenadas / livres, não pedras. E os sonhos, sonhos, não dívidas ou pesadelos. Relações sem falsas imagens nem teatro. Que a sombra fosse arejada, sombra de árvore bem plantada. Elizabeth M.B. Mattos – junho de 2021 – Torres – anotações de 2014 – chegando a 2004, sem urgência – debruçada em 2021 no embalo do inverno)

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