banalidade

O esquisito do amor não é tanto florir, mas plantar, adubar, cavar e fazer nascer a ideia de crescer, deitar raízes: depois sossegar. Ora, ora! Amor é um minuto, um segundo, um sem tempo, um lampejo… Depois termina, ou se estica na preguiça.(Vai de cada um o jeito de amar!) Depois vira corrida, vira sonho. Pressa. Conquista. Posse. O intenso se atrapalha com as fraldas, as frutas a descascar, os beijos urgentes, assados regados a vinho e tanta preguiça! Elizabeth M.B. Mattos – julho de 2021 – Torres

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