alarido

Em meio a folhagem escura está aquele brilho dourado dos frutos. E o rio se encontra com o mar, e toda aquela areia… Palavras se encontram, umas com as outras, num alarido festivo, mas ainda faz frio. Conheces a casa, não é mesmo? Apenas não me reconheces com estas meias de lã enroscadas nos calcanhares. Sou eu, sou eu neste inverno torrense. Elizabeth M. B. Mattos – julho de 2021

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