“A Arte não requer nem complacência nem polidez, nada a ser a fé e a liberdade.” Gustave Flaubert

O não dito parece ser o pior, o perigoso, a armadilha… Conversar, ou teclar pode ser animosidade, elogio. Da sombra, escuridão. Simplificação… Termino por compreender: palavras são armas perigosas e mortais – o desarmamento seria solução, (talvez) mas o homem seria o homem belicoso, sempre. Elizabeth M.B. Mattos – setembro de 2021

Digamos nosso pensamento por inteiro ou não digamos nada.” […]

Ao suprimir a passagem do fiacre, nada foi retirado ao que escandaliza, e, ao suprimir, no sexto número, o que me pedem, nada também será retirado, da mesma maneira. O senhor detém-se em detalhes, mas é ao conjunto que se deve dar importância. O elemento brutal está no fundo e não na superfície. Não se pode branquear os negros e não se muda o sangue de um livro. Pode-se empobrecê-lo é tudo.” (p.164) Gustave Flaubert – Cartas Exemplares A Louis Bonnenfant – Diretor da Revue de Paris 5 de dezembro 1856

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