gaúcho, não carioca, olhos azuis de Lajeado

Chegando desde ontem, cheguei em Porto Alegre hoje. O ônibus sofreu neblina, dormi pouco. Viagem comprida, companheira de poucos passageiros. Vai parando, trocando de motorista, guardando cautela, imagino. Conheci um jovem de Santa Cruz do Sul, este, já ia seguir rumo em outro ônibus para ver pais, avós. Ele vive, atualmente, em Angola, fez curso de Teologia. Contou tanta coisa! Quem sabe eu arrumo um emprego por lá, eu me ofereci. De repente?! Disse ser lindo! E eu já fiquei um pouco lá do ouro lado do mar africando…

Paulo querido, não imaginas o prazer de ler tua carta transformando o meu mar em texto bem pontuado, quase poema sem eu saber. Depois, tua carta toda quente e boa. Estou caminhando, lenta, inclusive já usando a homeopatia.

Encontrei frio lá pelo Rio. Quero te contar depois. Agora estou com fome. Vou até ao correio, pego uma fruta pelo caminho. Depois, deito um pouco e volto a te escrever na noite.

Precisava dizer logo O B R I G A D A. A revista Folha das Letras veio também, vou explorá – la. Assis Brasil recebeu prêmio?

Aliás, conversando com Roberto Acízelo, em despedida, sei lá o porquê, eu lhe pergunto se já tinha viajado pro EXTERIOR. Ele responde sério, sim, claro, fui ao Rio Grande do Sul e gostei disse ele.

Pois é mesmo, gaúcho é gaúcho, não sei se brasileiro.

No teu poema eu viajo. Este é para mim: tomei posse. Obrigada Paulo. E lá estás. Tu vendo o mar… (19/08/2004 13:50:17) Elizabeth M.B. Mattos

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