jeito de viver

Já tanto feito! E o relógio parado: a caminhada, uma amiga nova. Passei roupa e estendi as que faltavam…, fiz pão com bife, e improvisei um coador de café. Travesseiros ao sol! Os discos seguem espalhados. O prazer o mesmo: esquisitice de escutar música, as minhas canções. Meus horários, jeito invertido. Quando todos estiverem na calçada estarei no meu sono da tarde. Se eu contar histórias serão dela/ela… A luta da beleza! Incompreendida? Não sei. Desafiador descobrir os motivos internos. O relógio especial de cada personagem! A cada um seu encontro perfeito. Que bom estares aqui! O teu trilho, as mulheres. O meu os livros espalhados, as leituras desorganizadas. O poder de ter. Isso importa? O poder se esconde, mas, também resplandece evidente. Esta vida de polir pedrinhas, de colher violetas, caminhar entre as sombras…Que dia tão pleno! Elizabeth M. B. Mattos – novembro de 2021 – Torres da nossa meninice! Festa!

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