“Nós nunca nos renderemos.”

Sonhar o mesmo sonho / sonhar o teu sonho, lutar na tua luta, e vencer. Nós nunca nos renderemos! Não vou saber nunca como estou no teu sonho / nem saberás se estás no meu. Dormimos a noite de dormir, e, quando abro os olhos esqueço o sonhado desaparece. Levanto, lavo o rosto. Passo o café, esquento o pão, e a manteiga derrete. Leio o jornal. E tu te espreguiças.

David Coimbra – Zero Hora de hoje, 16 de novembro de 2021 – citando Churchill: –We shall never surrender!- Nós nunca nos renderemos! “Nós iremos até o fim. Nós lutaremos na França. Lutaremos nos mares e oceanos. Lutaremos com crescente confiança e crescente força no ar. Nós defenderemos nossa Ilha a qualquer custo. Lutaremos nas praias. Lutaremos nos locais de pouso. Lutaremos nos campos e nas ruas. Lutaremos nas colinas. E nunca nos renderemos!”

E se o contexto não é guerra / transponho: enfrento o sol e o vento, vou neste novembro invernoso. Vou, todos os dias, a buscar energia e teu espreguiçado sorriso. Coragem! Eu te dou o sopro! Acredito, e não tenho poder, sopro o amor que sinto por ti… Elizabeth M.B. Mattos – novembro de 2021 – Torres

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