de amar por amar o fenômeno tangível

Nem sempre dou voltas completas: os mesmos caminhos, as mesmas correspondências reticentes. Como se os círculos me revitalizassem… Egoísta eu sou. Cruel eu sou. Se a história for dita/explicada/ alinhavada com lãs coloridas, e ou pintadas com teus pincéis, recortadas e coladas…, ah! nosso prazer de todos os dias! Este fazer manual, com esforço, com cheiro, com toque, e orientação (tua voz, tua mão). Tu voltas. Encontro os livros na garagem, naquelas caixas abandonadas, como se tivéssemos, nós dois escondido as afinidades, e o amor. Engraçado falar em amor!, mas, foi este sentimento apressado que desnorteou o caminho, depois explicou a dor, e se instalou na tua ausência. E vais a negar o tempo, e eu escalo o tempo para te reencontrar. Elizabeth M.B. Mattos – dezembro de 2021 – Torres

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