vergonha da nudez

Uma vez, um tempo, no tempo esparramei amor. Esparramei cheia de vontades tardias insistentes. Quando veio/chegou o novo, eu me encabulei. Coisas de amar! Não para sempre, mas revirado amor de dentro que explode em campos de luz… Como esconder o passado, como explicar, ou como dizer que ele, o XKJMCLY, me deixa insone, viva e feliz, terrivelmente alegre?! Terrível alegria, inexplicável e viva?! Eu te escrevo, meu querido, para de contar dos caminhos atravessados, peço desculpas por estar distraída, tu me entendes! Logo estarei no caminho outra vez, ou… Tu sabes, estarei no teu abraço. Elizabeth M.B. Mattos – dezembro de 2021 – Torres

Then, as all my souls be / Emparadis’d in you (in whom alone / I understand, and grow, and see), /The rafters of my body, bone, / Being still whith, the muscle, sinew, and vein ,/ Which tile this house, wil come again.” (p.80) John Donne – Poemas Eróticos – Assírio&Alvim – A Valediction: of my name in the window / Uma despedida: sobre meu nome na janela

“Então, como todas as minhas almas se unem / No paraíso que és tu (em quem unicamente / Eu compreendo, e cresço e vejo),,/ As traves do meu corpo, os ossos, / Estando ainda contigo, farão os músculos, nervos e veias / Que telham esta casa, retornar.” Tradução de Helena Barbas

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