o direito

às vezes eu me dou o direito de pensar/imaginar, na maioria das vezes, não. É como conversar, bom e ruim, produtivo, ou ao contrário, atrasa a vida, e o fazer. Termino, e não sei por que comecei. Quero aproveitar, e fica assim, vazio e sem motivo. Como cozinhar. Ou limpar. Ou como envelhecer e ter consciência do tempo. Não. O tempo é uma oferta aberta, como o sorriso…, ou o sonho de sonhar todo o dia. Há qualquer coisa no prazer!, depois se transforma em desprazer: uma explosão! Atletas a competir: um dia depois do outro, e, claro! Ganhar! Superar! Competir/superar pode ser exaustivo: mantenho o foco, o querer, mas não olho/não vejo, sigo… A cada um sua escolha! Não quero medir, nem ter mais, ou menos, quero ser Eu. Tão difícil! Ufa! Terminei de te amar / terminei o livro / terminei o filme / terminei de cuidar. A chuva segue. O frio também! Elizabeth M.B. Mattos – maio e 2022 – Torres

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