vou dançar

quando a amorosidade fica toda erriçada as três imãs resolvem se visitar, no braço a cesta das benesses e dos carinhos, descolado, mas preparados: carinho e particularidades, um grande festivo piquenique porque somos um trio de poder…. Então, num repente todos os prazeres se colam no encontro assim sem data, apenas nosso. Neutro, e nem tão neutro assim porque recheado do confissões e de amor. EU me faço vestir gala e saltos altos quando um evento domestico se realiza do começo ao fim, escancarando sonhos….tiro os sapatos e vou, vou dançar.

O esdrúxulo, as minúcias: revistas, livros, excesso, poeira, desordem, encanto, memória tão espalhada. Deveria eu procurar uma aula de dança para sacudir esta alegria presa, depois caminhar olhando o céu, mas, daria as mãos para as irmãs e espelharíamos a que foi e a saudade miúda de um tempo passado de ser jovem e solta,.

Imagino que somos três. TRÊS a comerem a delícia, beber o bom, conversar o sol e durante três dias voltar a sermos nós escarafunchando a vida e os prazeres que eles nos deram.

Se falo com Susana acho que pode ser ontem, não amanhã a aventura, com Tânia uma semana inteira, e, os brilhos serão o suficiente, as estrelas perfeitas e as massagens, a dança a festa estará pronta. E tenho certeza que merecemos nos dar as mãos. Elizabeth M. M. Mattos – maio de 2022 Torres

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