jardim

Vou colocar uma casa neste jardim e cuidar do flamboyant, vou querer uma varanda, uma rede e…não posso/não vou pensa. Preciso fechar os olhos / esquecer o que dói, acreditar na pequena alegria. E confessar, o que já foi, não volta. Quando disse não, foi um não definitivo, sem balança; ficou para trás a mazelas. Possíveis e impossíveis: eu não quero. Não vou votar no minúsculo molusco de jeito nenhum, nem sonambula, nem em tortura… Elizabeth M.B. Mattos – julho de 2022- Torres

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