garrafas verdes e cor de âmbar e um trago de anis

Uma cesta cheia de pães, queijos e alcachofras: cada dia uma novidade. Vida maravilhosa. Ou, apenas o gosto da saudade? Da descoberta dos bons caminhos.

Pela primeira vez, neste verão, fecho as venezianas… Faço escuro no meio da tarde. A liberdade desta janela sempre aberta: de dia e de noite, no inverno e no verão, quer chova ou relampeje significava, aberta à liberdade? Ao fechar, eu limito o fluxo? O que está a mudar dentro de mim?…Vou rever / pensar. Esqueço ou valorizo? A tensão desaparece aos poucos… verde, âmbar, o azul, um trago de ânis. Ou o cinzento: cores de todos os vinte lápis sobre a mesa… desenhar e colorir.

O lugar é aqui

O tempo é agora

Agora é aqui,

Aqui e agora: girassóis iluminados. Elizabeth M.B. Mattos – dezembro de 2022 – Torres

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