rasgada, depois fiapo… dos panos para a costura, uma ideia de consertar. reunidos para confraternizar, estar juntos. conversar – eu cá penso que estamos tão atrapalhados e incertos dentro deste cesto que virou Brasil que o medo ronda… ora empertigado, enchapelado, lustrado. depois a ventania sacado os cabelos, a chuva desmancha o enfeite, mas…

vai ter um espacinho sacrifício de olhar para o outro e escutar o outro e depois abraçar um pouquinho… ser leve mesmo com assunto tão pesado… vamos fazer bolo, pão e biscoitos e será divertido. Tudo se resume em amor. Elizabeth M.B. Mattos – maio de 2026 – Torres
complicado acertar. conviver, ceder aqui, convencer ali / fazer / ser / fazer / agir para conseguir agarrar o bom sono… estou dormindo muito pouco /e/ verdade verdadeira, devemos dormir no sono / com sono… por que a gente perde a noite rolando na cama, sente sono no susto, descontrolado isso tudo. e por que o medo de ser diferente? um punhado de gente, que se gostam, mas umas tem tranças, outros rasparam a cabelo, aquele está inquieto, este tão calado! veste verde, veste bonito, veste esquisito, não gosta de praia, mas de montanhas, musica com metais, ou pianos? canções… e filmes, séries… rotina de ver coisas e o outro desligado, desliza no tédio indefino, neste nada fazer, um ócio largado… como seria chegar perto? mãe, pai, irmão, irmã, os queridos, os diferente, e avós e tios…e um exercito diferente. o milagre? conversar e não levar ao calabouço toda a ideia diferente. costurar com doçura, remendar com paciência, olhar duas, três vezes, e saldar o dia no abraço… abrir mão de alguma coisa, deixar ir as margaridas com chocolate, porque, na verdade, chegarão as violetas. é aceitar as divergências o sentido perfeito de família…. mas como é difícil?










