deste jeito mesmo que temos sobrevivido: sobreviveremos. faço pequenas loucuras e sigo / ora morro cedo mais, ora entrego os pontos. depois morro de te amar, eu me surpreendo. estás ali… tão perto! sobrevivo enfiada na floresta, pelo deserto procuro água… Marta Medeiros tem razão, sobreviveremos melhor pensando na arte, reproduzindo vida, criando socorro, despertos ou meio adormecidos, no gozo e nas lagrimas de viver… sobreviveremos desenhados nas cavernas / e nós nos redescobriremos. e voaremos para Marte. eu sobrevivo quando te beijo e me escreves, no teu silêncio, eu te amo. Elizabeth M. B. Mattos – outubro de 2026 – Torres


