O destacado é pessoal. Oliver Sacks traduz/explica doente e doença. No prefácio ele cita Nietzsche: ”Quanto à doença: não somos quase tentados a perguntar se conseguiríamos passar sem ela?” Devemos fugir destas patologias? As histórias pessoais são o foco, e mostram a confusão. É preciso expor, explicar, repetir, este é o desafio…
“Naturalmente, o cérebro é uma máquina e um computador – tudo o que afirma a neurologia clássica é correto. Mas nossos processos mentais, que constituem nosso ser e vida, não são apenas abstratos e mecânicos, mas também pessoais, e nisto envolvem não só classificar e categorizar, mas também continuamente julgar e sentir. Se estes dois últimos estão ausentes, nos tornamos semelhantes aos computadores, (…), analogamente, se apagamos o sentimento e o discernimento, o pessoal, das ciências cognitivas, nós as reduzimos a algo defectivo (…) – reduzimos igualmente nossa apreensão do concreto e real. (p.34)
O homem que confundiu sua mulher com um chapéu.
Editora Companhia das Letras. 1997 – OLIVIER SACKS









Paulo Correia Meyer, eu, Ana Helena Macedo, Magda Franciosi, Maria Araci José Marques e Cavalcante (uaiiii!) Memória, os nomes?! E era na minha casa o jantar…, depois ou antes do baile das debutantes?!




