Pequenos prazeres

Começo a trabalhar o silêncio, abastecer a tranquilidade. Entrar dentro do desejo. Acreditar no que deve/é/ser o estar aqui e agora. Alimentar o prazer. E me sentir inteira.

Nesta agitação fervente e intensa, e com tantos e tantos planos, a vida se alarga nos pequenos prazeres. As buganvílias entram pela janela.

 

p.22-23 ” Compreendeu que tinha feito recuar, pouco a pouco, para a velhice, para ‘quando tivesse tempo’, tudo o que torna doce a vida de um homem. Como se realmente se pudesse ter tempo um dia, como se se ganhasse, ao cabo da vida, aquela bem-aventurada paz que imaginamos. Mas a paz não existe. Talvez não haja vitória. Não existe uma chegada definitiva de todos os correios.

p.107:“: há um momento em que nos sentimos vulneráveis; então, como uma vertigem, os erros atraem-nos

Voo Noturno Antoine de Saint-Exupéry

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