Beth Albertina ElizaBeth

PEDRO

Chegou Roberto. Chegou o livro. Obrigada. Em remota lembrança escuto tua voz dizendo/mencionando o projeto. Também lembrei de nós quatro: Fátima e o Flávio …  Tu tão meu herói …  Lembro deste livro. Linda a edição.  Feito criança patino na saudade. Saudade do Rio, deste Rio de Janeiro que amo. Rio de Janeiro alegre felicidade sensação de juventude livre. Copacabana sem Ipanema. Tenho que me levar/ voltar como turista. Ler as cartas que não me escreves, sem mapa delimitado. Tenho ido/priorizado Paty do Alferes. Apego enviesado ao Geraldo. Sim, fico plantando árvores e me esticando por lá. Sou enraizada / grudada na nostalgia. Bobagem isso … a Viúva Lacerda não existe, a Laila não existe, Geraldo foi quase remoto, Carlinhos Lyra não canta, o Colégio da Providência não existe nem a Notre Dame existe … Rio de Janeiro foi um sonho dentro de alguns pesadelos inacreditavelmente assustadores. O colorido generoso ainda escorrega na memória. Estórias de contar a Prudente de Morais com aquele mar verde a me dizer bom dia e seguir meu último bocejo. Leblon, não a Gávea. Depois Búzios, e toda a geografia recheada de histórias Beth, Albertina e Elizabeth viajando pelas quadras jardins praças e no mar. Elizabeth M.B. Mattos

Pedro  e o Leonardo na Livraria Travessa. E o Rio de Janeiro o meu Rio de Janeiro  Pernambuco, e Recife, e Torres e o mar,  sempre o mar, a praia e o mar

PEDRO MESA

LEO

lattoog e AnaVITRINE

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