és um amor perdido

És um amor perdido não esperava encontrar“. Indigno ou achado amor. Perdido achando. Jogo de palavras brinquedo/ estória no jogo. Amor amor. O que é mesmo que sabemos de/ com /sobre amor. O toque do beijo. Aquela coisa física inexplicável e fugaz “acordando do sonho acordado que sonhamos juntos“. E não existe mais nada que estes versos a martelar sonho insônia tristeza nostalgia apatia tristeza. E  lembranças de amores amados encanto do encontro com outro, o não amor. O que são se já não são? Outro beijo outro caminho descaminho. E me pergunto por que invadir entrar insistir se te escondes no achado. Eu me perco neste não / descaminho “ouvindo o marulho do mar.” Afinal quem sou eu que não sou que na sombra sofro  o desamor deste nada. Fantasma errante que se assombra. Não sabe o rumo, assombra. O que é mesmo viver e viver nesta asfixia de dor e de nada. “Juventude de dois velhos namorados,” ou de dois enamorados velhos. Elizabeth M.B. Mattos

3 comentários sobre “és um amor perdido

  1. Não peças desculpas. Não compreendo. “Nós somos dois velhos namorados” este é o sentido completo e verdadeiro. Eu, azeda, desencontrada, te esperando neste silêncio que não termina escrevi enamorados velhos, velhos porque distantes, velhos porque separados, velhos porque não fazemos um mínimo esforço para mudar … sim, não acho que possa mudar, mas pode existir alguma coisa a resgatar, não sei … E de repente, pedes desculpas. Não … Não existe qualquer coisa, existe as minhas mãos nas tuas mãos.

  2. Estranho esperar tanto e estares assim neste momento recuado. Que susto levei! Para onde escrever? Como fazer? Fico a percorrer cada fragmento, cada palavra, cada espaço entre virgulas … AONDE estás?

  3. Então não é verdade tudo que antes escreveste … Tudo tenho que tracejar? Acordei para espiar … Graças que te encontro, mas já virando as costas. Não. Eu quero olhar no teu olhar. Reli e li tantas vezes o poema os poemas as cartas o encontro e agora pedes desculpas. Não entendo. Depois, o enamoramento não tem idade, apenas existe. E o encontro não tem tempo se antes não houve não aconteceu e não entendo … agora eu existo. Não estou no internato, não estou no Rio, estou bem perto.

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