da despedida

Talvez fosse possível apagar, … começar sem passado. Podar galhos, flores. Sem tronco sem folhas, apenas semente. Talvez não devesse espiar o antes. No entanto, lá está o corpo cheio de cicatrizes com um coração desencontro e encontro. Aberto sangra sarando enquanto se agita.

Ultrapassa evidência. A vontade não domina, mas se submete. O que foi se alça, mesmo que seja, apenas tentativa …, vida ou suicídio. Amar é entender estes pedaços que se enrolam … Usar liberdade fantasiosa encardida enferrujada mentirosa, sem amarras. Despedida viagem chegada, e encontro contigo comigo conosco …. Depois de tanto depois … tantos anos!  … parece maravilhoso e fantasioso. O dia vai passando, nenhuma palavra, nenhuma voz até agora. Doído ansioso (05/04/2017 15:51), perigoso sentimento de abandono. Esta curva insegura me descontrola. Assim penso o teu eu aberto, e secreto. Para desconstruir desenho a despojada, qualquer lugar pode ser o lugar. Qualquer andrajo a roupa. Qualquer descaso pode ser ainda, sentimento. A entrega de reserva escancarada a recomeçar. Anseio … uma curva amorosa. Escondo medo pejo. Eu fui/estou/sinto/ penso felicidade. Acarinhada escandalosamente amada. Tão perto! Tão único! Elizabeth M.B. Mattos – dezembro de 2017 – Torres

cogmelo na janela linda a foto

um lugar improvável, o amor

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