não somos mais quem éramos

No fundo dos olhos azuis um lampejo de tristeza. Raiva. Mansa dolorida despedida. Altero a voz. ( …, cruel, num repente, curada e impaciente).  A entrega chamo amor.

Perdoa o abandono. Não deixo de me ferir. Em mim também dói. Desagradável silêncio. Você me fez/faz falta! De todas as maneiras, em todos os instantes. Restabeleço ordem na lembrança: rosas, petúnias, hortênsias e cravos, laranjas, pêssegos e morangos. Ajoelho e peço perdão. A igreja está quase vazia. Não somos mais quem éramos. Volto para casa. Elizabeth M.B. Mattos – dezembro de 2017 – Torres

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