felicidade

muro na lagoa

Entrega sem volta nem resposta ou pergunta: aos poucos, com vagar, lento e constante a vida dentro do outro. Amálgamas alimentam  velhos amores, e doces esperas. Sonho acorda o passado: voz sorriso, … há qualquer coisa de trágico na separação, e na desejada liberdade. Uma espera constante. Um depois para depois, e o tempo da espera se esgota. É preciso preencher a ruptura. Reconhecer premência. Nesta madrugada sinto um vazio maior. Sem socorro. Uma vontade de parar …

Não se pode improvisar a felicidade. É preciso esperar, ficar de tocaia, como se ela fosse uma codorna ou uma garota de asas cansadas. Entre a arte e o ofício está posto um abismo.” (p.55)  Lawrence Durrell Monuntolivre – 3 volume – Quarteto de Alexandria

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