tempo de perguntas

A vida dói. O tempo de fazer perguntas passou. Escrevo e procuro a alma das coisas. A criação é um desdobramento contínuo uníssono com a vida. Eixos conexões são pessoais. Para quem escrevo não é, absolutamente, claro/definido: talvez  um fantasma de amor que não é, não foi, apenas vislumbrei. Estranha conexão. Um ponto. O que define o caráter do indivíduo é a prevalência maior ou menor de perfeição ou de imperfeição, isto é, do bem ou do mal que convivem no âmago do ser. Sou andante. Carrego comigo o fardo do meu passado. Minha bagagem são os meus sonhos. Miragem e realidade se confundem. Viver é andar, é descobrir, é conhecer e tocar. Caminho para o ignorado com o mesmo ânimo com que vivo agora. Continuarei polindo minha pedra com a paixão de sempre, até que o sono me vença. Na velhice perde-se a nitidez da visão, e se aguça a do espírito. A diferença talvez esteja no tempo. Elas as experiências passadas é que se misturam ao presente. Estranhamento: a conexão pode se quebrar num segundo … Há que se acostumar com as quatro paredes, e o silêncio. Elizabeth M.B. Mattos – maio de 2018 – Torres num outono invernoso, azul e perfeito.

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