comigo mesma

Acordei livre, mais eu, menos triste, menos escuro. Ritmo próprio, dança lenta comedida. Escuto música canto, gosto! Estranho domingo laborioso! Lavo roupa. Lençóis perfumados com alfazema. Troco água dos vasos. Café da manhã com cerimonia: toalha branca. Geleia queijo presunto. Ovos. Frutas.  Estou na página da revista, estou em casa. Janela aberta. Estrada aberta. O mar a resmungar… Areia e sal. Bom morar eu comigo mesma. Elizabeth M.B. Mattos – julho de 2018 – Torres

je suis le cahier bonito

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