lamúrias

Ninguém sabe o que fazer ou como ou deixar de fazer …, comédia ou tragédia …, suicídio ou vida lenta. Arrasto correntes, pesa o meu passo. Chá ou café, água ou vodca. Desmaio ou sono. Ninguém pode dizer nada. A memória acelera impossível, desgovernada. Estou menina enroscada nos sonhos das letras. Agora estas lamúrias comezinhas e inúteis. Fizeste bem ao te instalar no meio do mato, fizeste bem. Caminhar na areia da praia. Fizeste bem em te mudar para a cidade fervente. Fizeste bem em me esquecer … Elizabeth M.B. Mattos dezembro de 2018 – Torres

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