letras…

O inverno se despede, com ele este ano de magia, de sentimento adverso convergente. Turbilhão que enlouquece; paciento e deixo a inquietude plantada, e já sendo hora de amanhecer, de despedir, resolvo escrever para contar, Viver para Contar (Gabriel Garcia Marques), ou seria Contar para Viver

Viver contando, ao contar se  vive, revivendo…

Neste descrever sem ponto. Texto solto, sem alinhavos, aberto. Beth Mattos – março de 2019 – na releitura. Aqui está azul, não exatamente frio. Fiz a pequena caminhada e resolvo te escrever. Sabes tudo e tão pouco sobre minha vida, mas assim mesmo te debruças e espias. Estimulas meu fazer estendes a mão, e me fazes escrever. Então digo: tens razão na afirmação: criança bonita doce. Também da saudade tens razão, e desta desordem da/na vida. Um sonho que nos desperta às duas horas da manhã. E aquele dia fica um ontem agonizante.

Esta coisa de estar importa, eu me pergunto por que nunca estou? Porque nunca estou perco o tempo a vida e o espaço. O que faço parece sempre um mergulho noutro mundo. Então eu chego com atraso. Depois. Estupefata porque, afinal, já passou … Deveria me dar conta que viver tem urgência, e os olhos, o sentimento, o corpo precisa estar atento, aberto. Não se pode ser muro, fortaleza, floresta. Não se pode ser o medo. Elizabeth M.B. Mattos – Torres – 2019

 

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