sem palavras
justiça emparedada pela corrupção,
criminosos seguem atuando,
e se dão as mãos para combater o mal / o inferno…
abre o céu / o azul / a limpeza / a lucidez
demônios ameaçam com pontos, vírgulas, pausas
decência virou estranheza
nada declarado, tudo insinuado
esta mineradora (caída em desgraça), outro fenômeno, bandeira absoluta de certeza nas apostas da bolsa de valores, despencam, despencam
o homem luta pelo correto / tribunais julgam / sublinham,
e de repente, o acusado o corruptor diante de ‘um vazamento’
estranha ideia: outro lado da moeda
o bem e o mal
a luta pode ser arena / o homem aos leões
diversão: plateia no deleite,
choramos. Elizabeth M.B. Mattos – julho de 2019, em Torres, sem eclipse