“[…] corremos atrás de coisas e perdemos a alma”

Tempo fechado, este meu. Impossibilidade de ação. A vida surpreende… Vou tentar resgatar, e mudar o meu olhar. Plena adaptação, ainda sem asas, mas quero voar. Voltar a trabalhar, o mais importante. Trabalhar não significa necessariamente remuneração, mas produção. Energia pulsando. Encontro texto do filme.

De W. Wenders e M. Antonioni: Par dela les nuages – Além das Nuvens

A coisa mais difícil é não se interessar por nada. Não ler, não ter nenhuma distração. Alcançar o silêncio e a escuridão. É no silêncio que a realidade se acende. É na escuridão que as vozes chegam de fora”.

“[…] corremos atrás das coisas e perdemos a alma”.

Dúvidas, arrependimentos, pesares. O limite de nosso cérebro, de nossas experiências, cultura, de nossa inspiração, de nossa imaginação, pesares. Sinto preguiça. E, ao invés de pensar nas coisas prefiro senti-las”. 7/11/2005 10:43:31

 

2 comentários sobre ““[…] corremos atrás de coisas e perdemos a alma”

  1. Gostei muito…ando pensando sobre isso, desapego. O de colocamos nossas escolhas? Preenchem os com coisas e nós perdemos de nós.

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