o verão com pressa

Dizer isso ou aquilo, colorir cadernos, ventilar armários e gavetas, trocar de casa e de jeito se acomoda  em semana chuvosa. Manhã de frescor curiosando casaquinho. Volto a caminhar, volto a cozinhar, aspirar, e a tecer intrigas contra o vento. E as palavras se fecham fáceis. Abusivo sentimento de paz. Afinal acontece! A cada um sua volta inquieta, mas o disfarce eficiente se espreguiça. Muda a temperatura.

Voltar a Porto Alegre acende o gosto da novidade. Prazer interno rotativo, novos pesos e e medidas. Em Torres a permanência da beleza, o recuo certo. Pequenas e soltas caminhadas matinais e noturnas se vestem de liberdade. Então recuo. Assim mesmo faço/proponho viagem para medir o espaço, pendurar  cortinas, embelezar a possibilidade e curiosar. Ah! Quando o medo do novo vira monstro e a mão do amigo generosa resolve!

Uvas e abacaxis, e pêssego: leveza  a mesa. Cheiro bom de noite! Elizabeth M.B. Mattos – fevereiro de 2020 – Torres

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