corajosa

Beleza corajosa, a beleza livre se transforma em beleza fictícia, irreal. E o prazer chega/cresce/ transborda inteiro, perfeito porque o sentimento bafeja e a luz ilumina. Não chove, mas venta um amontoado de folhas coloridas, e areia tão fina no vento, esvazia a praia. Confetes de Carnaval. Vozes saem das calçadas e se penduram nas árvores. Deve, logo, escurecer. Este meu sono virado e azul! Elizabeth M.B. Mattos – Tanto trabalhado espalhado, apenas inciado…, amanhã retomo. Fevereiro de 2012 – Enjoada como se o gosto estivesse preso no meu olhar. Vou fechar as janelas. A leitura Las Hortensias de Filisberto Hernández sem foco. Já deveria ter sido feita, agora eu estranho.

Aquella  hanitación seria un presidio en un castillo, el piano hacia ruido de tormenta y en la ventana aparecia, a intervalos, un resplandor de relámpagos; […] “( p.16) Felisberto Hernández, Las Hortensias

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