espias

Sem mil bobagens sem voltar /nem ir, uma  estrada floresta. Abrir picada, e sem descanso, eu te abraço e te beijo a cada metro, muito muito muito, e segues! Que posso eu fazer? Vou atrás a te cuidar. Espias! Vai, vai, caminha, um dia depois do outro, no outro, nós chegamos. E tu me abraças e rolamos pela grama. E tu me abraças! Alguém te perdoa, e te abençoa. Outra vida. Oura vida teremos, não me importo.Elizabeth M.B. Mattos – abril de de 2020 – Torres

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