sou eu

Sem vontade de inventar, sou eu. Nada mudou nem mudei. Faltam os espirros. E o  lagrimejar, a dor de cabeça e ser  diagnosticada. E se for irei. Sem despedidas neste ter de seguir / ir.

Passei o dia inteiro pesando em ti. Calçadas nossas, e combinações calculadas; inteligente e saudável, os dois com os pés na areia, a rir. Sem precisar fazer contas. Sem pensar em amanhã ou depois. Beijos e beijos, beijos e beijos.

Sem vontade, aos pouco, entre o nada e o muito, entre…, que importa? Eu te espero, durmo menos hoje porque ontem dormi demais, não leio, não aguento, sem a mínima concentração, li tanto antes, li tanto, nenhuma vontade agora. Não escrevo , não sei o que escrever, não penso, eu me debruço em ti. Prisioneiro de tantas bobagens e  penduricalhos do tempo. Dinheiro importava, não importa. Não importa, droga! Faço panquecas e abro um vinho, rimos. Atravesso o tempo. Não imaginas quanta tanta quanta enormes gigantes saudades sinto das tuas palavras, e tu amordaçado, meu querido. Elizabeth M.B. Mattos – abril de 2020, em noites tépidas, lindas, perfeitas e nossas…

Palavras chaves: inteligente e saudável. Droga! Perdi tudo. E tu te importas, claro que não.Vamos nos ver sem cálculos nem lógica. E estou morrendo, morrendo devagar não me importo, nem te importes. Saúde precisamos para amar, senão…Deixa o tempo levar!

 

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