a casa

Talvez a casa fosse do melhor tamanho, sem escadas, com aquelas porta-janelas festivas abrindo para duas fantásticas varandas e o pequeno gramado. As flores se acomodam bem ao longo do muro. E o silêncio quieto, como convém ser. No amanhecer muita piação chega dos cinamomos. Um despertar de luz pela fresta da janela. O café com leite, o pão dormido, um pouco de geleia e o dia já pergunta: Então? Vamos fazer? O quê? Isabel e a vontade inquieta de revirar o mundo.  Sem saber o motivo de tanta energia  começa a listar deveres…Beth Mattos – maio de 2020 – Torres

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