e se amontoam…

Espiam, mas não dizem nada, conversam (tanto!), e se amontoam: família eletiva! Tudo dito sadio (Deve ser saúde! Doente sou eu a me surpreender.) Eleições americanas, espanto: discursam, escutam UAIIII! E para o senado aquela moça! Voltam no tempo, conservadores…(conserva de pepinos!) Credo! Votar não é obrigatório / saber escolher deveria ser sério, um acaso. As abóboras se acomodam ao andar da carroça… Ainda existem carroças? Ministro da Educação, cego, ou surdo? Ou alienado, ou do time nada importa, não sei, não vi, não julgo. E no cinema, filme de verdade velha: estamos mesmo nus sem mostrar as vergonhas, claro!

1984 – romancista britânico George Orwell – e damos voltas e voltas para dizer o mesmo, a repetir, sem entender nada. Cada vez menos vontade, menos tudo, menos paciência, menos fala, menos palavras, e nada. Estou diminuindo, aquela vontade de ser criança! Ter jardim, muros, bonecas e imaginação! Perdi tudo. Elizabeth M.B. Mattos – setembro de 2020 – Torres (já invadida), mas pode ser ônibus, Capina Azul, ou qualquer coisa.

Livro bem escrito / história: agarra a vontade. Incoerente negação: a história do outro, muito melhor… Espio e vejo. Não digo nada, penso tudo. E sigo. Não tomo posição, o que acerto hoje, erro amanhã. Céus!

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