escrever sem medo

Tomou o café-da-manhã na varanda – fingindo que não via uma gaivota em missão de reconhecimento. Permitiu-se uma opulenta sesta após o almoço tardio; tomou um segundo banho para afogar o tempo […]” Vladimir Nabokov Ada ou ardor Alguns livros não conseguem terminar / findar… Há um detalhe em cada frase agarrado no prazer, então me debruço com preguiça, indo e voltando. Não. Não é preguiça, prazer completo. Surpresa. Magia, não, não exatamente magia. A certeza do tema a perseguir o autor. o autor precisa burilar, rever, acertar, errar ou vencer em um ,dois, três livros… Escrever tira o sangue. E nunca tem um ponto final definitivo, sangra até o fim… Elizabeth M.B. Mattos – novembro de 2020 – Torres

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