velhos hábitos

Carta atravessada, voz sussurrante desejo estrangulado. Sedução latente. Nada a ser controlado: acelero sem rumo, esquisita sensação! Pradaria de margaridas selvagens: amarelas, azuis. Violetas misturadas, e uma alameda de camélias brancas! Singelas margaridas a serem despetaladas. Ouço tua voz sem nunca ter ouvido… Estaciono no meio do campo, e os olhos procuram, se perdem no verde. Não choro. Haverá um desavisado passante. Adormeço, estacionada neste céu. Velhos hábitos! Vou redescobrir equilíbrio manso sem paixão/ sem desejo. Beth Mattos

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