sábado cinzento com flores flores flores flores flores flores

Acordei com a Ônix querendo descer: fomos reconhecer as calçadas, comer amoras. Impressionante como as amoreiras estão carregadas. Sair/passear antes das calçadas encherem de vozes, de mãos, e pernas e risos… Assim, meio dormindo, meio sonhando fazemos a caminhada e voltamos, apressadas para dormir a noite interrompida, nesta hora matutina e quieta, o outro sono! Tenho que inverter este hábito do entardecer, de despertar na madrugada, das duas horas da manhã ligar a televisão, pensar que o mundo se movimenta, Pendurar e recolher roupas, molhar buganvílias, lavar a louça se enfiar na preguiça solução da madrugada. Não. Não soluciona nada se esconder janelas abertas, não soluciona desligar o celular, não soluciona nada pensar que estarei sempre sempre sempre protegida do susto. Ele caminha pelas sombras, brejeiro, aflito também ele e me agarra! Ufa! Tenho que consolar, acertar o passo. Tomo café. Fotografo as flores dos meninos, revejo cada uma para que possam, elas também, explicar esta coisa complicada de inventar o amor, a amizade, o livro e o sossego. Segurar o coração porque ele falou comigo, um pouco, um pouco de lado, mas escreveu. Tenho que dormir agora e terei um sábado de pessoa. Quem sabe possa cozinhar!? Perfumar a casa com temperos! Elizabeth M.B. Mattos – setembro de 2022 – Torres

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