nada

Um pouco do nada tira/revira a vida do lugar, talvez a gota que transborda o copo já pelas bordas, o tom da voz, a roupa que despe e mostra mais do que esconde ou tapa, um som… O não dito, mas expresso. O que não foi lido. Verdade: um amontoado de não, não, não = nada. A carta que não foi escrita, o telefone que não tocou, a gentileza não feita. A poeira. A dor desajeita do que não tem conserto. Claro! O sol, o vento, a limpeza, ou a música resolvem… A boa comida, o copo com água fresca…

A tal vontade de bandeira. O sono… Silêncio arrumado!

Explicar não, dizer sim. Estar, ser, muito mais do que ter. Elizabeth M.B. Mattos – janeiro 2023 – Torres

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